Publicado em Crônicas, Textos

O primeiro pedido

Hoje eu resolvi me recordar da primeira vez em que fui pedida em namoro. Sei lá, foi algo tão surreal e eu nem acreditava. Tudo bem, que quando ele me pediu em namoro, ele usou a tecla enter, mas e daí? Vivemos uma história bem interessante de amor.

Eu havia chegado do noivado de meu tio, eu estava tão contente que a minha internet tinha voltado. Eu estava morrendo de saudades dele, eu achei até que ele estivesse me esquecido, pois a nossa amizade colorida, foi toda através de uma tela de computador e alguns telefonemas. Assim que eu soube da noticia, entrei correndo, fui no chat do orkut e comecei a conversar com ele. Conversamos horas e horas, em meio a disso trocamos declarações  Já era hora de eu ir dormir, me despedi dele, sem expectativas e fui surpreendida com um pedido de namoro. Ele pareceu meu sem graça por fazer aquele pedido via internet, mas eu dormir com um sorriso enorme no rosto. Emocionada, eu aceitei e dormi tão feliz.

No outro dia, nem acreditei que eu estava namorando. Como assim? Eu agora tenho um namorado? A minha vontade de ir correndo pros braços dele, era maior do que a minha vontade de  sorrir. Eu me senti tão surreal, tão apaixonada e boba.

Fiquei durante muito templo, sempre planejando o nosso futuro. Eu e o prometi que iriamos escrever a nossa história de amor sem fim. A gente fazia juras de amor praticamente todos os dias, conversamos cada coisa idiota e interessante. Eu na época era meio fútil e puxava conversas com ele sobre… roupas? Oi, lerda.

Infelizmente a nossa história teve um fim. A gente brigava com uma frequência de 2 vezes na semana. A gente era muito oposto, pensávamos muito diferentes ,ele não engolia o fato de eu ser fã e ter um fã clube. Era complicado pra ele, eu conseguia super compreender. Foi assim que eu sofri por amor, pela primeira vez.

Tentamos ser amigos, mas não deu muito certo. Virava e mexia a gente tinha uma recaída. Minha amiga bem que tentou juntar a gente novamente, mas não resolveu. Em meio há tempos sem se falar, brigamos muito feio. Não me lembro, mas foi briga o suficiente para não nos falarmos até hoje. Eu confesso, eu sinto a falta da sua amizade nas madrugadas chuvosas, frias e solitárias.

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